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Mostrando postagens com marcador Cassandra Clare. Mostrar todas as postagens
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Tag Cardápio Literário

Tag Cardápio Literário

Olá meninas! Como estão? Ultimamente eu tive meio doente, mas graças a Deus estou melhor agora. Yei! Aposto que muitas de vocês aqui conhecem o blog -lindo- Valeu a pena esperar, da Jéssica Mendes, né? Então... eu e ela criamos uma tag! Yei!² O nome da tag é Cardápio Literário e é meio grandinha, mas muito divertida. Conforme vocês forem lendo o post vão entender direitinho como funciona. Confiram:

Tag Cardápio Literário
Bebidas
Livro chá: Aquele livro leve e calmo ou que te deu sono
A Menina Que Roubava Livros, do Markus Zusak. Não é um livro leve e calmo, mas pense em um livro que me deu sono! ~polêmica~. Sim minha gente, eu odiei esse livro, a edição grande, a história lenta, narrativa detalhista demaaais, enfim, só era eu olhar pro livro e dá vontade de dormir. Aliás, foi por causa dele que agosto não teve resenhas aqui, já que eu demorei um mês inteirinho para ler. 

Livro café: Aquele livro que não te deixou dormir 
Anjo Mecânico, da Cassandra Clare. Foi uma leitura bem recente e fazia um bom tempinho que um livro não me deixava tão presa na história. Tinha cenas de tirar o folego, era quase impossível abandonar o livro para fazer qualquer outras coisa. *RESENHA

Livro cachaça: Aquele livro que te deixou de ressaca 
Quando eu penso em ressaca literária o primeiro livro que me vem em mente é Um Caso Perdido, da Colleen Hoover, um livro lindo e intenso demais. Eu passei um bom tempo para conseguir me interessar por outro livro e ler. *RESENHA

Livro água: Aquele livro neutro, sem muita emoção
A Caixinha de Pandora,da  Drica Pinotti. É aquele livrinho meio infantil, para meninas de 10 anos por aí, foi uma leitura agradável, mas não foi uma coisa emocionante, ou divertida, ou que despertou qualquer emoção. 

Comidas
Comida da mamãe: Aquele livro que não se compara a nenhum outro
Eu tenho alguns outros livros que podem se encaixar aqui, porém eu já vou usar eles como respostas nas questões seguinte, então escolhi Just Listen, da Sarah Dessen. Foi o primeiro livro que li da autora e foi surpreendente, hoje a Sarah é uma das minhas escritoras preferidas.

Beira de estrada: Aquele livro que não te dez bem
Pensei, pensei e não consegui achar nenhum livro que me fez mal, sabe? Então escolhi o livro que me deixou com uma angustia, uma coisa meio ruim, que foi @mor, do Daniel Glattauer. Todo mundo fala bem do livro, mas ele me deu uma sensação ruim.

Especialidade do chef: Aquele livro bom, bonito e caro
Não sou de comprar livros caros, pois sou do tipo que espero o livro ficar na promoção para comprar, ou leio em ebook e depois compro, quando a febre passou e o preço abaixou. O livro mais caro que já paguei foi o Fazendo Meu Filme 4, da Paula Pimenta isso porque foi o primeiro livro que comprei da minha estante, não tinha experiencia com nada, mas não me arrependo. Acho a capa linda, a história é ainda melhor.

Fastfood: Aquele livro que todo mundo gosta mas nem sempre é bom
Depois dos Quinze, da Bruna Vieira. Ok, todo mundo ama a Bruna, eu também gosto dela, claro. Mas confesso que não curti muito o livro, parecia muito com os textos que ela já publicava no blog, e ah, se fosse assim era melhor ter lido no blog mesmo. Rs

Doces
Torta: Aquele livro com capa bonita, mas nem sempre bom conteúdo
Um Dia, do David Nicholls. To percebendo que hoje to meio polêmica, né? A verdade é que não achei um livro para essa categoria, então peguei o livro que eu acho que tem a capa melhor do que o conteúdo. Um Dia tem uma história linda, but sorry, prefiro o filme!

Trufa: Aquele livro pequeno que te surpreendeu
A Probabilidade Estatistica do Amor à Primeira Vista, da Jennifer E. Smith. O livro não é mega pequeno, tem 224 páginas, o que um pouco abaixo da média. Mas com certeza foi uma grande surpresa, como a história se passa em 24 hrs eu vi que estava chegando ao final e fiquei morrendo de medo de não ter um bom final, mas foi incrível, do inicio ao fim! *RESENHA

Leite condensado: Aquele livro extremamente doce
Toda vez que me perguntam qual foi o livro mais doce que já li Anna e o Beijo Francês, da Stephanie Perkinks, vem na minha cabeça. Foi um livro doce e com a história mais cute cute #recomendo.

Bis: Aquele livro livro com gosto de quero mais
Pode ser um livro que deu vontade de ler de novo ou que você quis continuação. Eu escolhi Delírio, da Lauren Oliver, o final desse livro é angustia total. Mas já li o segundo, que tem o mesmo tipo de final!

Extra
Fruta: Aquele livro que faz bem, mas ninguém quer
Acho que os melhores livros para encaixar aqui são os de auto-ajuda. Mas eu resolvi escolher A Cabana, do William P. Young, que é um livro lindo sobre fé e acho que todo mundo deveria deixar o preconceitosinho de lado e ler. *RESENHA


E aí, o que vocês acharam da ideia da tag e das minhas respostas? Tô tão curiosa, haha. Ficou bem grande e com umas opiniões que eu sei que vai gerar vários comentários de "Como você pôde não gostar de xxx livro?", pois, comentem. Vamos conversar. Ah, e não deixem de conferir também no blog da Jéssica, beijocas. 

Resenha: Cidade das Cinzas (Os Instrumentos Mortais #2), por Cassandra Clare

Resenha: Cidade das Cinzas

Atenção: Essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro, se você não leu Cidade dos Ossos ainda, clique aqui e leia a minha resenha do primeiro livro.  

Resenha: Cidade das Cinzas Autora: Cassandra Clare 
Editora:  Galera Record
Ano: 2011   
Páginas: 404
Nota: 5/5
Sinopse: Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau... e também o pai de Clary e Jace. Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai? Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações. 

Cidade das Cinzas é o segundo livro da série Os Instrumentos Mortais, escrita pela Cassandra Clare. A história se passa logo depois de Valetim ter sumido e Clary e Jace irão precisar encontrá-lo, para assim poderem descobrir o que aconteceu com sua mãe. Ao mesmo tempo eles irão tentar desvendar mistérios de assassinatos dos membros do submundo e controlar os sentimentos que sentem um pelo outro.

“Não pense nele", disse para sim mesma. Mas ao se olhar no espelho, viu os olhos escurecerem e soube que o corpo se lembrava mesmo que a mente não quisesse.”

A série começa no primeiro livro sendo narrada em terceira pessoa, o que me chateou e eu não consegui entender o porquê de a autora ter narrado de tal forma. Cidade das Cinzas, obviamente, também é narrado em terceira pessoa e aí sim eu gostei e entendi. Os capítulos são mais longos, mas são bem divididos, e cada parte está falando de algum personagem, o mais interessante é que ao final de cada parte a autora deixa um grande suspense, que só será revelado quando o capitulo voltar para determinado personagem. É interessante, pois consegue prender a leitura, fazendo o leitor se prender no livro. Acredito que por isso a narração em terceira pessoa, para podermos saber o que estava acontecendo com todos. 

A história ficou mais aberta a outros personagens, principalmente Alec e sua sexualidade, assunto que quase não apareceu no primeiro livro e agora ganhou um destaque maior. Também aparecem novos personagens e que tem grande força na história. Um personagem que tomou ainda mais espaço na história, e confesso, no meu coração foi Simon, que deu várias reviravoltas na história e deixou o livro ainda mais interessante.

"Ele levantou os olhos para olhar para ela, e estranhamente ela se lembrou que quando tinha 4 anos e estava na praia, chorando porque o vento tinha vindo e desfeito o castelo que tinha construído. A mãe tinha dito que poderia fazer outro se ela quisesse, mas isso não impediu que chorasse, pois o que ela acreditava que era permanente não era permanente afinal, apenas feito de areia que desaparecia com a força do vento ou da água".

Uma coisa que talvez tenha me decepcionado foi o fato de Clary e Jace não terem evoluído e amadurecido, a meu ver, eles continuam os mesmos do primeiro livro, só que com uma tensão ainda maior e os sentimentos mais fortes e intensos, quesito que me fez derreter boa parte do livro e prender a respiração por várias páginas.

Com certeza essa leitura foi bem melhor do que a primeira, que se focou mais em apresentar esse universo de caçadores de sombras, demônios e membros do submundo. Cidade das Cinzas teve a história mais interessante, cheia de mistérios, e com um triangulo amoroso que quase fez meu coração de shipper Jace ceder.


"-Quase morri, sabia?
- Eu sei. Toda vez que você quase morre, eu quase morro também."

E novamente digo que: apesar de ter sido um livro incrível, ele não entrou na minha lista de favoritos. Por quê? Não faço ideia! Talvez seja que, apesar de ter me prendido, a leitura enrolou um pouco, e não gostei muito do meio do livro, apesar de ter amado seu começo e final. Sem contar o fato de eu ainda ter esperanças de que Clary e Jace não fossem irmãos, e novamente essa minha esperança virou frustração. Quem sabe no terceiro livro, né? 

Resenha: Cidade dos Ossos


Finalmente eu terminei de ler O Cidade dos ossos. Eu nem ia ler o livro, mas quando vi o trailer do filme eu pirei muito (principalmente por causa da Lily Collins) e fiquei com medo de ver o filme e me arrepender de não ter lido o livro antes.

Pronto, peguei e baixei o e-book  e demorei mais de um mês para ler, pois sou a lerdeza em pessoa para ler e-book. Finalmente, terminei! Vamos a resenha que é o que interessa. 

Como eu já tinha lido milhares de resenhas sobre esse livro e todas elas falavam o quanto ele era ótimo, estava com altas expectativas. E confesso que não me decepcionou. Eu gostei muito da historia e foi uma caixinha de surpresas, sempre aparecia uma coisa nova e novos segredos, o bom mesmo é que mesmo acontecendo tantas coisas o livro não me deixou confusa. 

A narrativa foi o que mais me conquistou. A escritora foi maravilhosa, com muitos detalhes, mas ainda deixando um espaço para sua imaginação fluir. O livro é narrado em terceira pessoa e eu odeio isso, pois gosto de ter mais intimidade com o personagem principal, mas neste livro eu nem me importei muito com isso, só que não achei muito necessário não ter um narrador personagem. 

O Jace, ah o Jace. Que personagem é esse Meu Deus? Super sarcástico e irônico, me fez dar altas risadas, sentir uma enorme raiva e vontade de dar um soco naquela cara linda também, hahaha. Voltando ao foco, com certeza é um dos meus maridos literários, mesmo nas situações mais tensas ele soltava uma piadinha, haha. 

Apesar de ter gostado tanto do livro achei ele um pouco cansativo, talvez pelo fato de o romance ter sido bem apagadinho e tal, o final também foi algo que eu não curti muito, achei um pouco confuso e não me deu aquela emoção de: "OMG, preciso ler o próximo agora!!!", entendem? Mas recomendo o livro, estou louquinha para ver o filme e assim que eu for ver eu faço uma resenha aqui. 

Deixem um comentário falando se você já leu e o que achou. Beijinhos beijinhos e até mais. 

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